Para obter energia para seu próprio crescimento, o fungo da podridão branca sintetiza enzimas que degradam celulose, hemicelulose e lignina em materiais ricos em fibra. Dentre elas estão a lacase, a manganês peroxidase e a lignina peroxidase. As enzimas que degradam a lignina, além de aumentar a exposição de celulose e hemicelulose, promovem a disponibilização do nitrogênio complexado pela mesma na parede celular, indisponível para o metabolismo dos microrganismos no rúmen.
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