Pesquisas indicam que peptídeos do soro com atividade antibacteriana também atuam contra o câncer. Isso ocorre pois as células cancerígenas alteram a constituição da membrana de forma que esta se torne semelhante a membrana bacteriana (com carga negativa). Assim, os peptídeos antibacterianos/antitumorais - normalmente carregados positivamente - têm a capacidade de atuar de forma seletiva sobre as células tumorais.
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