Parece que o sucesso incomoda. Nunca antes neste país o setor mais fulgurante da sua economia sofreu tantos assaques. Alguns vêm do exterior, e aí é compreensível, afinal, o mundo mantém uma relação de amor e ódio com o agronegócio brasileiro. Amor, porque o Brasil oferece um forte lastro para atender à crescente demanda de alimentos. Ódio, porque nossa competitividade é de tal ordem, que deslocamos outros concorrentes, que buscam miná-la para manter-se no mercado. Mas, parte das críticas provém de brasileiros.
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